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Aluno aprovado na Sefaz Alagoas em 6°lugar (área de controle)

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Fala galera! Há inúmeros depoimentos de aprovados da LS, e pensei: em que o meu poderia ser útil às pessoas que estão nessa caminhada rumo à aprovação? Bom, depois de refletir, percebi que cada pessoa tem uma trajetória diferente. NINGUÉM traça o mesmo percurso, apesar de todos almejarem o mesmo resultado. Assim, resolvi contar minha história aqui para vocês.

Obs.: como a jornada é longa e fiz muitas provas, resolvi segmentar por tópicos, para deixar mais organizado (além de ilustrar com alguns gráficos de desempenho).

Primeiro contato com concursos públicos: 2012

Meu nome é Lucas Rodrigues, tenho 28 anos, possuo formação nas áreas Contábil e de Gestão Financeira, e fui Oficial do Exército por 8 anos.

Minha relação com concursos começou em uma conversa com amigos do quartel, lá em 2012. Muitos falavam que concurso público era um ótimo caminho, que permitia boa estabilidade financeira, mas que conseguir o objetivo era muito difícil. Eu, como era oficial temporário e sabia que meu trabalho tinha data marcada para acabar, comecei a analisar as opções no momento. 

Logo no início das minhas pesquisas, conheci um curso que tinha sede em Porto Alegre, mas que disponibilizava as aulas on-line, e descobri, também, que o concurso para Técnico do Tribunal de Justiça do RS estava com edital aberto. Eu não entendia nada a respeito de técnicas de estudo, tempo “necessário” para ser aprovado, nem sequer sabia que as leis eram divididas em artigos, incisos, parágrafos e alíneas… Entretanto, resolvi tentar. Tive cerca de 2 meses até a prova e usei todo momento possível para estudar. Nessa preparação, segui o que o curso recomendava: assistir às vídeo-aulas e fazer os exercícios do material de apoio. Cheguei na prova receoso, pois o edital cobria muitos assuntos, os quais eu nunca tinha visto. Resultado: eram 50 vagas e fiquei para lá de 300º. Depois disso deixei os concursos de lado, por ora.

Demais provas de nível médio: 2015-2018

Em 2015, fui convocado para assumir o cargo de Técnico do TJ-RS! Fiquei sem saber o que fazer, analisei bem e preferi continuar no Exército. Porém, isso reavivou a vontade de fazer concursos. 

Entre 2015 e 2018 fiz alguns concursos grandes de nível médio, mas sempre fazendo a mesma coisa: estudando somente no pós-edital e vendo vídeo-aulas. Em nenhum deles me preparei muito bem e, como consequência, os resultados também não foram nada satisfatórios.

Nesse período fiz as provas do TRE-RS (96º lugar), TJ-RS novamente (664º), MP-RS (59º regional), AL-RS (307º), SEFAZ/RS – Assistente (104º) e SEFAZ/RS – Técnico (696º).

Até então, eu nunca tinha encarado as provas da maneira que deveria. Nesse mesmo ano de 2018, ainda fiz dois outros concursos de nível médio (menos concorridos) da prefeitura de Gravataí-RS e até obtive êxito, sendo convocado em ambos (apesar de serem apenas Cadastro de Reserva), mas acabei não assumindo para focar nos estudos da área fiscal. 

Concursos para o cargo de Contador: 2018

Lembro que desde 2017 uma amiga me falava: “Lucas, faça as provas para Contador, pois até a convocação ocorrer, já vai ter terminado a faculdade e poderá assumir”. Confesso que olhava para os editais de provas de contador e ficava apavorado com tanta matéria! Eram duas, três folhas inteiras de assuntos de várias disciplinas e eu pensava que nunca conseguiria assimilar tanto conteúdo. 

Apesar do meu “receio”, com a faculdade já no fim e tendo que me preparar para o Exame de Suficiência do CFC, resolvi fazer 2 provas que estavam abertas para a Prefeitura e Câmara do município de Eldorado do Sul-RS. Foram poucos inscritos (menos de 300 em cada), no primeiro não havia vagas (Cadastro de Reserva) e no segundo havia apenas uma. Resultado: fiquei em 1º no concurso que era apenas CR e em 5º no que tinha 1 vaga.

Depois desses resultados a soberba bateu… Eu achava que conseguiria passar em qualquer concurso, afinal, tinha sido o 1º colocado de um concurso para nível superior! Esse sentimento foi bom porque me incentivou a dar passos maiores, mas tornou mais difícil aceitar as derrotas que viriam.

Início dos estudos para a área fiscal e provas realizadas: Dez/2018 em diante

Já calejado de não estudar eficientemente, no fim de 2018, pesquisei técnicas de estudo e maneiras de melhorar meu desempenho. Foi só então que percebi a importância de ter uma base sólida e de seguir uma área de estudo (fiscal, controle, policial, etc.) antes de sair encarando qualquer edital. Conheci também o estudo por ciclos, métodos de revisão e os sites de questões. Finalmente (era o que eu pensava) começaria a estudar em alto nível.

Então, dia 24 de dezembro de 2018 (sim, em pleno Natal) comecei, de fato, a me preparar para a área fiscal, pois via com bons olhos o cargo de auditor, além de ter gostado muito de ter estudado Direito Tributário. Adquiri um material voltado para a Receita Federal e iniciei os estudos, ainda sem saber quais provas poderia fazer, sem saber que havia cargos que cobravam formação específica, etc.

ISS Gramado e início da orientação da LS: Jan-Fev/2019

Logo no início de 2019 saiu o edital do ISS Gramado, novamente com 2 meses até a prova e a vontade de fazer o estudo pós-edital bateu mais uma vez (é, eu não aprendo mesmo rsrs). Analisei o edital e vi que já tinha uma certa noção das matérias cobradas, sendo que a única disciplina nova era auditoria (nem legislação tributária tinha).

Comecei a fazer um estudo focado para essa prova, mas sentia que poderia ser mais eficiente. Dentre minhas pesquisas de métodos de estudo, ouvi falar da LS concursos e, pela quantidade de aprovados, resolvi investir nesse serviço (foi a decisão mais acertada que fiz em minha trajetória). 

Solicitei a entrevista, expliquei que, inicialmente, eu queria um plano de estudo para o ISS Gramado (que seria dali 3 semanas) e que, depois, estudaria para a área fiscal. O professor orientador que me atendeu foi muito solícito, montando um plano de estudos específico para aquele concurso, com baterias de questões e indicação de teoria em tópicos novos, sistematizando meu estudo de uma maneira que eu nunca tinha cogitado fazer. Desde o início percebi que a LS seria o diferencial na minha preparação.

Bom, veio a prova e fiquei apenas em 24º lugar, sendo que o concurso não trouxe vagas diretas no edital, mas apenas cadastro de reserva. 

Eu, que já havia sido 1º colocado em um concurso para Contador, achava que na área fiscal teria os mesmos resultados, ledo engano… Com esse certame, percebi que a área fiscal demandava muito mais dos candidatos. Até então, eu só havia feito provas de nível não tão elevado e pouco visadas. Além disso, aquelas nas quais tinha tido os melhores resultados eram da área na qual sou formado (Contabilidade), que possuem uma dinâmica diferenciada, com bem menos concorrência que a área fiscal.

Gramado é uma cidade do interior do RS, mas pela fama turística, pessoas de todo o país vieram realizar a prova. E essa é a característica da área fiscal: candidatos muito bem preparados de todos os lugares do Brasil. Eu precisava me esforçar mais!

ISS Manaus: Fev-Maio/2019

Cerca de 2 semanas após a prova de Gramado, surgiu o edital do ISS Manaus e conversei com o professor orientador. Ele me disse que eu tinha pouco tempo de estudo focado na área fiscal, que essa era uma prova de alto nível, mas que se eu realmente quisesse fazer a prova, poderíamos enfrentar o pós-edital. 

Como havia 3 meses até a prova, e a quantidade de disciplinas inéditas era pequena, ou pelo menos assim eu pensava (alguns tópicos de direito tributário, LTM e estatística), resolvi encarar mais um edital. 

Diferentemente da preparação para o ISS Gramado (de apenas 3 semanas), agora tive mais tempo de preparação, seguindo ótimos roteiros de pós-edital planejados pela LS. No dia da prova a ansiedade bateu, mas estava confiante de que poderia ir bem. A FCC tinha um padrão de questões, e eu havia treinado esse padrão diversas vezes nesses 3 meses. Na hora H veio o baque: eu ainda não estava preparado o suficiente. As provas de português, auditoria e direito administrativo me derrubaram, parecia que eu nunca havia estudado esses assuntos.

Saiu o resultado da prova objetiva e, apesar de tudo, acertei 81 das 100 questões da prova e me classifiquei para a segunda etapa (fiquei na 75ª colocação), que seria dentro de alguns meses, com as questões discursivas. Resolvi que não daria prosseguimento ao certame, pois achava que não conseguiria ficar dentro das 10 vagas finais.

O concurso para Auditor Fiscal de Manaus foi um concurso gigante, com quase 5 mil inscritos e com questões de alto nível. Somente um “bom” resultado não me colocaria dentro das vagas, era necessário ainda mais.

ISS Campo Grande: Maio-Jun/2019

A essa altura eu já havia trocado de professor orientador e estava sendo acompanhado pelo cara que fez a diferença nesse processo: Bruno Machado. A rapidez e assertividade com que ele respondia minhas dúvidas era incrível. Trocamos uma ideia inicial, contei sobre minha experiência e minhas ambições e fomos ajustando o rumo a cada notícia de possíveis provas que estavam por vir. Meu foco, devido às informações e rumores nessa época, era ser aprovado no ISS Porto Alegre, pois era um ótimo concurso em uma cidade muito próxima da minha. Assim, resolvemos encarar vários editais que foram aparecendo ao longo da jornada, sempre avaliando aquilo que eu já sabia e o que era novidade, verificando como aquela prova poderia me ajudar a ser aprovado em POA.

Na análise do edital do ISS Campo Grande, verificamos que essa prova era uma boa oportunidade, pois a cobrança estava em linha com o que já havia sido cobrado em Manaus, tendo apenas que fazer os ajustes normais para aprender a Legislação Tributária Específica do Município e encarar Direito Civil pela primeira vez (apesar de ser uma matéria enorme, seu peso na prova não era tão relevante).

Meu resultado nessa prova não foi nada bom, ficando para lá de 200º na colocação e muito longe das vagas. Esse certame me mostrou que eu precisava de mais organização e de tempo para ganhar maturidade nos estudos.

Obs.: A quantidade de questões resolvidas no pós-edital do ISS Campo Grande foi bem menor porque o planejamento já visava a minha condição: saindo direto do pós ISS Manaus, tendo apenas um mês entre as duas provas.

Organização dos estudos, ISS Caxias do Sul e ISS São José do Rio Preto: Jun-Out 2019

Após a prova do ISS CG, não havia movimentação de novos editais, então, em conversa com o Bruno, resolvemos aprofundar os estudos nas disciplinas que provavelmente estariam na prova de POA. 

Acredito que esse 1 mês e meio em que estudei sem edital foi o grande diferencial na forma de estudar. Até então, eu fazia as tarefas, grifava meus materiais, salvava questões favoritas no Tec, mas revisava muito pouco, não voltava nessas questões para rever os pontos principais e o pior, não tinha meu material próprio (resumo, mapa, anotações, etc.). 

Nesse tempo, sob as orientações do Bruno, passei a bizurar algumas leis importantes (como a CF e o CTN), comecei a organizar os assuntos que eu tinha mais dificuldade dentro das matérias – e as questões relacionadas – em um arquivo de Word, fiz anotações de fórmulas de estatística e matemática financeira… Em resumo: comecei a organizar meu material.

Tendo esse conteúdo organizado, percebi que meu rendimento melhorou absurdamente. Estava assimilando melhor os conteúdos, até mesmo em direito administrativo e auditoria, que tinham sido um terror em Manaus.

De junho a outubro de 2019, fiz algumas outras provas, dentre elas a do ISS São José do Rio Preto – concurso com grande número de inscritos e muito bem qualificados, obtendo os seguintes resultados:

1º Lugar para Contador da Câmara Municipal de Alvorada-RS (1 vaga);

4º Lugar no ISS Caxias do Sul-RS (CR);

25º Lugar no ISS São José do Rio Preto (10 vagas);

Eu começava a colher os frutos de um estudo bem feito e orientado! 

ISS Porto Alegre: Nov-Dez 2019

Nas últimas 2 semanas de preparação para o ISS SJRP saiu o edital que eu tanto estava aguardando: ISS POA. Fiquei desnorteado, pois estava me preparando para um certame importante e a “prova da minha vida” já tinha data marcada para dali 2 meses. Novamente consultei o Bruno e decidimos manter o planejamento de fazer a prova de SJRP e, logo na segunda-feira seguinte já começar os estudos para POA, pois não havia tempo a perder.

De acordo com as informações levantadas no portal da transparência, o cargo já contava, à época, com 27 vacâncias. Apesar disso, o edital do certame contou com apenas 2 vagas diretas, algo que tem ocorrido bastante, talvez porque seja mais fácil para os governos aprovarem o certame perante seus órgãos gestores. Mesmo assim, informações internas da carreira informavam que a intenção era de recompor todo o quadro, então não poderia dar bobeira!

Além da surpresa no número de vagas, o edital de POA trouxe inúmeros desafios, como, por exemplo, a matéria de Tecnologia da Informação tendo peso altíssimo, além de outras matérias que eu ainda não dominava e com peso alto. Tudo isso tendo somente 8 semanas de preparação.

Era a prova que eu estava esperando e tinha que fazer algo para me diferenciar. Tendo consciência de que não sabia praticamente nada de TI e tendo que estudar toda a LTM de POA, resolvi fazer estudos além das tarefas programadas pela LS. Para essa prova, estudei TI e LTM TODOS OS DIAS, sem falhar nenhum, além de cumprir as demais tarefas das metas. Estudei TI por 3 materiais diferentes e, em LTM, usei a excelente ferramenta que é o site de questões Predador. 

Na última semana antes da prova, montei um planejamento de revisões de tudo aquilo que deveria ficar na memória de curto prazo, além de fazer um estudo completo de todo o edital de TI e LTM. Nunca havia estudado tanto em tão pouco tempo, fazendo 71 horas líquidas em 6 dias. Não recomendo esse ritmo de estudo a ninguém por mais de 1 semana, mas era o que tinha que ser feito naquele momento.

No dia da prova, apesar de todo o estudo, saí da P1 (de manhã) arrasado, achando que havia ido muito mal e que tinha perdido a chance de ficar bem classificado. Durante o almoço, decidi que iria com tudo para fazer a P2 (de tarde), pois mesmo que não conseguisse a vaga, eu daria o meu melhor

Na publicação do resultado fiquei muito feliz, pois, apesar de ter ficado de fora das 2 vagas diretas, tinha alcançado o 12º lugar em uma das provas mais difíceis dos últimos anos da área fiscal, com boas perspectivas de ser chamado dentro do prazo de vigência do concurso (pela necessidade do órgão de recompor seu quadro de trabalho).

Migração para a área de Controle e aprovação na SEFAZ-AL: 16/Dez – 07/Fev 2020

Durante a preparação para POA, saiu o edital da SEFAZ AL e, mais uma vez conversando com o Bruno, decidimos que seria uma boa ideia migrar para a área de controle, visto que eu já havia estudado, ainda que não tão profundamente, AFO e Contabilidade Pública; que tinha chances de ser chamado em POA; e que um concurso que me enche os olhos estava por vir: TCE SC. 

Analisando meus desejos e possibilidades, a prova da SEFAZ AL era a oportunidade perfeita, pois era da banca Cebraspe (que domina as provas de controle) e porque o cargo de Auditor Fiscal de Controle e Arrecadação cobrava assuntos correlatos tanto à área fiscal (que eu já vinha estudando) quanto à área de controle, que era o próximo foco. Posso afirmar que fazer essa prova foi uma decisão estratégica.

Durante a minha preparação para a SEFAZ AL, dei foco total nas matérias que eram de conhecimentos específicos, pois tinham um peso muito maior que as de conhecimentos gerais, além de que estariam presentes nas questões discursivas. O fato de ter que fazer uma questão discursiva foi um bom direcionador do estudo, pois sem um conhecimento sólido da disciplina fica muito difícil responder uma questão aberta. Julgar qual das 5 alternativas é a correta ou dizer se aquela afirmação está certa ou errada é uma tarefa mais simples, pois a resposta está na prova. Já em uma questão discursiva, a resposta está no seu conhecimento e você tem que transformar isso em um texto coeso, com padrão esperado de resposta. Ou seja: o buraco é mais embaixo!

Bom, estudei tudo o que foi possível nesse pós-edital e fui para a prova tranquilo, sabendo que tinha feito o que era possível dentro das minhas possibilidades. Já estava estudando há bastante tempo e sabia que toda essa preparação não havia sido em vão: o conhecimento não se perde! 

Na prova objetiva, adotei uma estratégia recomendada pelo próprio Leandro Souza (CEO da LS) em uma live. Resolvi a prova toda e então calculei a porcentagem de questões que tinha feito com relativa certeza. Se esse valor fosse próximo de 80% das questões, valeria a pena “chutar” todas as outras questões da prova, tentando equilibrar a quantidade de certas e erradas, uma vez que o Cebraspe tende a deixar 50% da prova errada e 50% certa. Analisei as assertivas nas quais eu tinha dúvida e respondi todas as questões da prova. Era uma linha de ação arriscada, mas como essa prova era estratégica, estava disposto a “experimentar”. 

Ressalto que não simplesmente chutei as questões que não sabia. Em 95% delas eu tinha uma noção da possível resposta, apesar da dúvida, e ainda estava me baseando em uma estatística divulgada em entrevista pela própria banca. Como resultado, ganhei muito mais pontos do que perdi, conseguindo uma ótima pontuação na prova de conhecimentos específicos, que me colocou em uma boa classificação na prova objetiva.

No segundo dia de provas, foi a vez das discursivas. A primeira questão veio conforme o esperado e não tive grandes dificuldades. A segunda, porém, veio um pouco fora da curva e eu não sabia bem o que a banca esperava como resposta. Graças a Deus, consegui responder dentro do padrão esperado e obtive quase a nota máxima nas duas, que foi o que, efetivamente, me colocou dentro das vagas, obtendo o 6º lugar na classificação geral.

Importância da LS Concursos

Posso afirmar, sem dúvidas, que a LS foi essencialmente importante na minha evolução e aprovação. Sem ela, talvez, eu estaria até hoje buscando a maneira correta de estudar as 13, 14 matérias da área fiscal sem sucesso algum. O sistema de metas e tarefas, com a indicação dos melhores materiais e das melhores questões a se fazer nos diferentes momentos da preparação são excelentes ferramentas. As análises, orientações e conversas do professor orientador também tiveram destacada importância, e essa interação aluno-meta-professor orientador fez toda a diferença.

Aqueles que ainda estão buscando a aprovação podem contar com a LS, não vão se arrepender. Ainda, posso dizer que há vagas para todos aqueles que realmente desejam a aprovação e que estão dispostos a pagar o preço, por mais tempo que isso leve. O caminho não é fácil. Muitas vezes é mais difícil do que imaginamos, tendo que abdicar de tempo de lazer com as pessoas que amamos para estar ali, sozinho, estudando, faça frio, faça calor; seja segunda-feira, seja domingo; seja 20h da noite, seja 5h da manhã. Mas posso afirmar que ver a evolução e, principalmente, a aprovação compensam todo o esforço da jornada.

No caminho até minha aprovação na SEFAZ AL, desde o momento em que comecei a registrar minhas horas líquidas de estudo e quantidade de questões feitas (dezembro/2018), contabilizei cerca de 2.100h e pouco mais de 35 mil resoluções de exercícios.

Foram muitas horas? Sim. Foram muitas questões? Inúmeras. Valeu a pena? Cada segundo!

Continue na batalha, não desista! Há um cargo a ser conquistado!

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