Aprovações

Depoimentos

Aluno aprovado no concurso do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE/MG).

Compartilhe:

Temos um convite para você!

Agende uma conversa gratuita com um professor orientador e conheça a nossa orientação de estudos + e-books.

Agendar conversa gratuita

Meu nome é Diogo Pereira França, sou de Teresina-PI, tenho 27 anos, sou formado em Direito e em Ciências Contábeis e fui aprovado no concurso do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE/MG).

Em setembro de 2015, eu formei em Direito (Formei em contábeis em 2017, pois tranquei durante um tempo). Não havia mais desculpas. Já estava formado e eu tinha duas opções: estudar ou trabalhar. Eu já estava decidido que queria concurso público. Meus pais me disseram que me dariam suporte para que eu “só estudasse” até a aprovação. Assim, eu comecei a estudar por conta própria para Receita Federal, pois havia rumores de que o concurso poderia sair em breve. Com o tempo, eu fui percebendo que “só estudar” não era uma tarefa muito fácil. Além de ter um bom controle emocional, requer muita organização. Durante o período de setembro de 2015 a março de 2016, eu até tinha muita disciplina, mas eu não sabia bem como organizar o estudo da teoria, resolução de questões e, principalmente, a realização de revisões. Parecia que estudava, estudava e estudava, mas não conseguia avançar nos estudos ou não fixava os assuntos.

Em março de 2016, em uma conversa com um colega concurseiro em uma biblioteca, eu contei a ele que estava tendo dificuldades com a organização dos estudos. Foi aí que ele me falou da LS e me explicou como funcionava. Chegando em casa, eu fui olhar o site da LS, assisti as entrevistas dos aprovados no concurso do ISS-Niterói e tive a certeza de que era tudo que eu precisava. Marquei a entrevista e tive o primeiro contato com o meu professor orientador Eduardo Soares. Ele me explicou como funcionava tudo e eu fiquei muito animado. Meu único medo era se meus estudos por conta própria não seriam aproveitados. Porém, eu decidi que começaria a estudar do zero em todas as disciplinas. Pensei: “É melhor dar um passo para trás para dar dois para frente”. Assim, em abril de 2016, eu iniciei a orientação de estudos na LS. Estudei apenas 9 metas do planejamento regular (o total era de 54, eu acho) e saiu o edital do ISS-TERESINA e logo em seguida saiu o ICMS-MA. A diferença entre as datas das provas era de 15 dias e seriam realizadas em setembro de 2016. Eu faria as duas provas, mas como eu era concurseiro iniciante, eu teria que focar em apenas uma. Então, decidi estudar o pós-edital da LS para o ICMS-MA, pois tinham mais vagas e expectativa de chamar mais excedentes. Sabia que minhas chances de aprovação eram pequenas, pois tinham muitas matérias que eu não estava tão bem, mas estudei muito. Estudei para passar mesmo. Cheguei a estudar 56 horas líquidas semanais, sendo que não estudava aos domingos. Assim, no ISS-TERESINA, não consegui ir para a segunda fase e no ICMS-MA fiquei em 435º. Não passei, mas achei que, dentro das minhas limitações, fui bem. O concurso do ICMS/MA teve 6400 inscritos. Vi que consegui ficar na frente ou bem próximo de candidatos que já eram auditores em outros estados. Fiquei motivado, percebi que dava para eu passar também.

Depois desse resultado do ICMS-MA, mantive os estudos firmes, estudava em média 8 horas líquidas por dia, conciliando com atividade física e o término do meu curso de Ciências Contábeis. Depois do ICMS-MA, iniciou a escassez de concurso da área fiscal. Vi como uma oportunidade para fazer uma boa base. Porém, ao mesmo tempo, foi um dos períodos mais difíceis, porque estava estudando sem nenhuma perspectiva de prova, a ansiedade aumentava, a desmotivação aumentava, as pessoas perguntavam sobre os concursos e eu não tinha nenhum parâmetro se estava bem preparado ou não. Mas mesmo com todas essas adversidades, eu consegui manter a regularidade dos meus estudos e aproveitava as informações e e-mail motivacionais que eu recebia do meu professor orientador. Estava sempre atrasado nas metas, mas dava o meu melhor para tentar cumpri-las com qualidade. Eu me angustiava porque não cumpria as metas dentro de 1 semana, mas eu tinha a consciência de que tinha que cumpri-las com qualidade.

Em meados de 2017, saíram os editais do TCE/PE e ISS/Jundiaí. Preferi não fazer TCE/PE, pois havia muitas matérias que eu não vinha estudando, a banca era CESPE no modelo certo/errado e eu tinha medo de sair um concurso da área fiscal durante a preparação pro TCE/PE. Então, como já estava há 1 ano sem fazer prova, resolvi fazer o ISS/Jundiaí em agosto de 2017. Havia algumas matérias que eram novidades (Contabilidade Pública, AFO e Direito Processual Civil), mas resolvi encarar. Esse concurso tinha 3 vagas e deu cerca de 2400 inscritos. Além disso, os 50 melhores classificados iriam para a segunda fase. Não consegui classificar, fiquei a 2 pontos da nota de corte. Então, depois de um ano sem fazer provas, vi que estava no caminho certo.

Formei em contábeis em agosto de 2017 e tinha uma prova para contador do Tribunal de Justiça de Pernambuco em outubro, resolvi fazer. Decidi que não focaria na prova, continuaria no planejamento regular da LS. Fui para essa prova só na cara e na coragem kkk. Só fui estudar a legislação específica do concurso no dia anterior à prova. Além disso, eu era bem fraquinho em contabilidade pública (não deu para fazer uma boa base nessa matéria no ISS/Jundiaí). Por outro lado, sempre levei a sério, eu tinha que dar o meu melhor na prova. Esse concurso tinha 10 vagas para contador e eu fiquei em 19º. Fiquei muito feliz, pois foi o primeiro concurso que classifiquei e com possibilidades de ser chamado. Essa classificação foi muito importante para eu perceber que tinha condições de passar.

Em outubro de 2017, saiu o edital o edital do TCE/SP. O edital veio bem enxuto e achei que daria para fazer, apesar de eu sempre ter estudado para a área fiscal. Então, eu estudei para ele, fiz uma boa preparação e achei que teria condições de passar. Por conta da escassez de concurso, o TCE/SP teve 27 mil inscritos para a localidade que escolhi (São Paulo capital). Nessa prova, apesar de ter recebido as orientações com estratégia de prova e tempos em cada questão, eu me enrolei com o tempo, tive que chutar 6 questões de raciocínio lógico (sabia resolver todas) e acertei apenas 1. Fiquei muito triste, tinha feito 82% da prova e essas 5 questões perdidas teriam me colocado em uma boa posição para ser chamado. Não passaria, mas teria boas chances de ser chamado. Fiquei em 603º.

Em janeiro de 2018, três semanas depois do TCE/SP, eu fiz ICMS/RO. Eu fui um pouco precipitado, o edital era grande, com mínimos por grupo de disciplinas e não poderia zerar em nenhuma matéria, bem diferente do TCE/SP. Para auditor fiscal, não consegui fazer o mínimo em um dos grupos de disciplinas. Nesse grupo, tinha matérias como história de Rondônia (10 questões) e informática (10 questões) que mais parecia com TI. Já para técnico tributário, fiquei na 84ª posição. Assim, obtive mais uma classificação com boas possibilidades de ser chamado, pois Rondônia tem histórico de rotatividade alta.

No primeiro semestre de 2018, saíram quase juntos o ISS/SOBRAL e ISS/SÃO LUÍS. A diferença entre as datas das provas era de 1 semana, então, resolvi focar em São Luís. No ISS/Sobral eu fiz uma prova muito boa, fiz 111 pontos de 120 possíveis e fiquei na 13º posição, EXCELENTE!!! Como eu não tinha títulos, cai para 15º em um concurso com 6 vagas. O desempenho teria sido melhor se eu não tivesse marcado uma questão errada no gabarito. Na semana seguinte, fiz o ISS/São Luís e fiquei na 56ª posição em um concurso com o edital muito grande, com prova discursiva e com candidatos bem qualificados (vários já passaram em outros concursos, como TCE/SP, ICMS/GO e ICMS/SC). Tenho chances de ser chamado, mas esse concurso serviu como aprendizagem, principalmente quanto à utilização do tempo de prova. Chutei cerca de 15 questões por não saber administrar bem o tempo. Não adianta reclamar, tem que se adequar às provas, pois quem está passando consegue otimizar o tempo. No pós prova, analisei com o meu professor orientador o desempenho e fizemos ajustes.

Por fim, eu resolvi fazer o concurso do TCE/MG. Quando resolvi fazer, já tinha passado quase 2 meses da publicação do edital e eu tinha 3 meses para me preparar para ele. Foi uma escolha difícil e arriscada. Eu não estava acostumado a fazer provas da área de controle. Tinha feito apenas o TCE/SP. Resolvi não fazer ICMS/GO para poder me dedicar ao TCE/MG. Fiz uma boa preparação, não como eu queria, mas deu pra chegar bem na prova. O olho na vaga me projetava ficar entre os 20 primeiros colocados (eram 14 vagas), ou seja, a prova discursiva ia decidir tudo. Quando saiu o resultado da prova objetiva, eu vi tinha que feito uma pontuação menor que eu pensava. Assim, fui olhar o meu cartão de respostas e eu tinha marcado uma questão errada (mais uma vez kkk). Foi um balde de água fria, sabia que esse ponto ia fazer muita diferença. Quando saiu o resultado da prova objetiva, eu estava na posição 41o., empatado até com o 26º lugar e a 2 pontos das vagas. Logo depois, saiu o resultado da prova discursiva e levei outro balde de água fria, fiz 25,36 pontos de 40 possíveis, cai para a 85ª posição. Já tinha desistido desse concurso, era muito improvável de eu subir muitas posições com o recurso, até porque eu precisava de muitos pontos para ficar em uma posição que me possibilitasse ser chamado. Achei que foram bem rigorosos na correção da minha prova discursiva e resolvi recorrer, consegui aumentar minha nota para 31,7 pontos e subi para a posição 33. Fiquei muito feliz, sabia que tinha ficado em uma posição que certamente seria chamado, devido à quantidade de cargos vagos e pelo fato de Minas Gerais ser um dos maiores estado do país. Só não esperava ser chamado tão rápido. O concurso foi homologado dia 14/01/2019 e a minha nomeação saiu no dia 23/01/2019 (bem no dia do meu aniversário!!! FOI UM PRESENTÃO!!!). Eu estava na sala de estudos, como um dia qualquer, já arrumando o meu material para ir pra casa quando eu vi muitas mensagens no grupo dos aprovados, aí vi que tinha sido nomeado. Sensação indescritível. Tudo valeu a pena. Depois de tantas horas de estudos e de muita dedicação.

A LS, através do meu professor orientador Eduardo Soares, teve parcela significativa nessa aprovação. Durante esses quase 3 anos de LS, consegui estudar de forma organizada e regular. O envio de metas semanais me ajudou muito para que eu pudesse avançar nos assuntos das disciplinas e aproveitasse melhor o tempo. Assim, agradeço ao Eduardo por ser sempre solicito, por transmitir mensagens positivas quando eu estava desanimado e por ser bem flexível quanto à adequação das metas às minhas individualidades.

Aos que ainda estão na luta, continuem firmes nos estudos, a vitória está mais próxima do que vocês imaginam. Desânimo, cansaço, achar que nunca vai passar e ansiedade são normais na vida de um concurseiro. Eu passei por isso, mas nunca parei de estudar. Durante esses 3 anos de estudos, o máximo de tempo que fiquei sem estudar foi de 15 dias. Sempre tentei manter a regularidade. Estudo é rotina, ir mal em um prova não é certeza de fracasso na prova seguinte. Cada prova é uma prova, é uma realidade diferente. Todo mundo que faz prova acha que não está preparado, as disciplinas das provas são inesgotáveis, você nunca vai saber de tudo. Então, não desistam, uma hora a aprovação chega. FOCO NOS ESTUDOS!!!!

Diogo França

QUER UMA CARREIRA PROMISSORA, ESTABILIDADE E OS SALÁRIOS MAIS COBIÇADOS?

Fale
conosco
Contrate agora