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Aluno aprovado no concurso Sefaz DF

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  • O motivo pelo qual eu escolhi a área fiscal.

Eu sempre quis ser empresário, desde a época de graduação, e busquei esse caminho, né? Eu busquei trabalhar em empresas no setor, eu trabalhei com incorporação imobiliária. Depois, eu tive oportunidade de ter a minha própria empresa, mas, com o passar dos anos, fui encontrando alguns desafios e percebi que, enfim, não era o melhor caminho para mim, não era o que ia me dar tranquilidade, o que ia me trazer sossego, me trazer felicidade. Então eu busquei a ideia dos concursos, que já era algo que eu vinha pensando, amadurecendo a ideia, e foi bem natural buscar a área fiscal, até por um pouco de influência de amigos. Teve vários fatores: a disponibilidade que eu tinha de ir para outros estados, outros municípios, o fato de não ter pré-requisitos de formação, eu sou engenheiro, vários outros concursos de outras áreas têm a necessidade de ter a formação de área jurídica, a certa facilidade que a gente costuma ter nas matérias numéricas, como Contabilidade, Raciocínio Lógico, enfim. Isso tudo me levou a migrar para a área fiscal. 

  • Apesar do nervosismo, fui aprovado na minha primeira prova discursiva.

Olha, eu estava um pouco… não vou negar, não, estava bem nervoso. A dificuldade não era nem exatamente sobre como escrever, como redigir, não era exatamente esse o meu medo. O principal receio era me deparar com uma questão, vamos dizer, a dissertação, a principal questão da prova, que fosse um assunto que eu não dominasse, que eu não tivesse o que falar. E fazer uma questão inteira enrolando, enfim, nunca ia ser o melhor caminho. E o recreio era justamente esse, acabar, de certa forma, desperdiçando o ótimo resultado da primeira prova, né?
Demandou um certo tempo para ajustar o estudo, para orientar para uma prova discursiva. Porque quando a gente estuda para objetiva é natural, você tem as assertivas na sua frente, é muito mais fácil recordar qual é o tema, você consegue, na maioria das questões, eliminar algumas assertivas e fica entre uma outra na maioria das vezes. Já na dissertação, você tem que ter uma riqueza razoável de vocabulário para não tornar repetitivo, fazer um texto não só com conteúdo, mas que também fique, de certa forma, agradável, né, com uma leitura clara. Tem alguns desafios diferentes, até a forma de ler os nossos textos em PDF é um pouco diferente, você acaba lendo de uma forma menos dinâmica e mais focado no detalhe para tentar memorizar alguns trechos importantes de assuntos chaves, enfim, para poder replicar isso na prova, né? 

  • TI: matéria desagradável!

A principal matéria que eu tive dificuldade, assim, disparado foi Informática, TI. 

Informática, no sentido que era muito desagradável até estudar coisas, como “qual atalho para acessar uma impressão”, por exemplo. Quando isso era o principal viés de cobrança, era bem desagradável estudar as versões do Word, enfim. 

Felizmente, mudou um pouco o perfil da cobrança, e hoje a gente tá cobrando coisas muito mais interessantes de TI, mas ainda assim são coisas muito fora da minha área de conhecimento, então era bem mais desafiador. Por mais que eu ficasse lendo os PDFs, fazendo as questões, sempre que vinha uma cobrança um pouquinho diferente fora desse conteúdo que a gente estava habituado, era um tiro no escuro, não são coisas que a gente tem como controlar como as outras disciplinas. O caminho foi basicamente o mais óbvio mesmo: releituras intensas e tentar fazer todas as questões disponíveis da banca para tentar minimizar a chance de ser surpreendido. Com isso até, às vezes, quando não era uma questão que eu tivesse certeza absoluta, pelo menos eu conseguia eliminar duas ou três assertivas e ficava mais fácil, era um chute mais orientado, né? 

  • Ansiedade: um sentimento comum nos concurseiros.

Acho que todo mundo que está se dedicando integralmente para uma prova concorrida dessa tem um certo grau de ansiedade, né? Comigo não era diferente. Acho que principalmente quando não tinha… eu encarei períodos longos sem prova, então principalmente durante esse momento, de certa forma, você fica um pouco mais relaxado, porque você não tem a pressão da prova chegando, mas por outro você fica, de certa forma, largado, você não sabe. Será que é o caminho certo que eu escolhi? Você vê a vida dos seus amigos, a vida de outras pessoas progredindo em função de uma escolha de fazer um concurso público disputado, você fica parado. No meu caso, eu não estava trabalhando. Se eu não tô trabalhando, eu não posso gastar. Se eu não gasto, tem uma série de coisas que ficam paradas no tempo, né? Então muito da minha ansiedade veio nesse tempo, veio em função disso. As primeiras provas que não foram… óbvio, eu vi a evolução, mas não foram vitoriosas no sentido pleno da palavra, eu não entrei nessas primeiras provas. Então claro que isso dá um pouco de ansiedade também, se eu estava fazendo tudo certo, se aquilo ia me levar a um resultado positivo no final das contas, né? Mas eu tentava não deixar isso me atrapalhar muito, não. Nos dias em que eu estava mais irritado ou mais frustrado com as coisas, eu tentava escolher matérias que são mais agradáveis para mim ou mais rápidas, mas eu não deixava isso atrapalhar minha rotina no sentido de perder dias de estudo por causa disso, não. E, por fim, eu sempre gostei de atividade física, então para mim era um doce remédio, né, poder aproveitar o final do dia, fazer alguma coisa, mesmo que fosse pouco, mas fazer um pouco, não zerar 100% minha rotina era algo que me ajudava. 

  • A LS foi fundamental na minha preparação.

Pra mim foi fundamental. Eu não era uma pessoa ligada no mundo dos concursos, não acompanhava e, enfim, eu não tinha referência, não tinha referência sobre os melhores materiais, eu não tinha referência sobre como programar meus estudos. Talvez a programação que eu fizesse por conta própria não fosse a mais eficaz para ficar competitivo numa programação. A LS, de uma vez só, me resolveu todas as questões, e isso eu tô falando da parte mais objetiva, da meta, dos estudos que a gente recebe com a indicação dos materiais, a programação e os cadernos de questões que são fundamentais para o estudo, peça mais que fundamental mesmo. Tem essa parte mais objetiva, mas também tem outras coisas que também foram muito úteis, como a gente conversou antes, a troca de experiência com o orientador,  com o Gabriel, no meu caso. Isso não pode se minimizar de forma alguma, sabe? Foi bem enriquecedor, assim, me ajudou demais nos momentos de ansiedade, ver que quase todo mundo que já passou por isso enfrentou os mesmos desafios, sabe, isso enriqueceu muito. Então, assim, eu não tenho como descrever a importância que vocês, que a LS teve nesse meu caminho. Foi fundamental, me deixou pronto para só fazer a minha missão que era cumprir as metas e me dedicar, fazer aquilo ali da melhor forma possível. Eu não precisei perder tempo com outras coisas.

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