Aprovações

Depoimentos

28º Colocado Auditor Fiscal do Estado do Maranhão, 2016

Compartilhe:

Temos um convite para você!

Agende uma conversa gratuita com um professor orientador e conheça a nossa orientação de estudos + e-books.

Agendar conversa gratuita

A minha história em concursos públicos começou em março de 2015. Depois de anos de insatisfação no cargo que ocupava, resolvi buscar algo melhor. Participei de outros processos seletivos antes, como CEFET, vestibular e Colégio Naval, mas em nenhum deles o resultado me preocupava e sabia que, independente dele, a vida seguiria com muitas outras oportunidades boas.

Decidi a área fiscal por influência de pessoas próximas e por ter carreiras que me proporcionariam uma qualidade de vida muito melhor. Recordo-me, como se fosse ontem, que estava em um pub, comemorando o aniversário de um amigo, quando conversei com o professor orientador Fabrício Massena, também meu amigo, sobre os meus planos.

Foi muito difícil decidir estudar para concursos dessa área, pois eu tinha uma vida muito estabilizada, nunca tinha estudado de verdade e nunca tinha passado pela minha cabeça estudar por mais de 3h em um mesmo dia, já que sempre tive notas acima da média sem muito esforço. Outro ponto que me preocupava é se teria capacidade de absorver o conteúdo das matérias de Direito, pois a minha praia é exatas. Também sou péssimo em decorar – qualquer coisa – e o volume de matérias é absurdo. Tudo isso me deixava em dúvida se estaria perdendo tempo ao me dedicar a esse projeto.

Mas a vontade de poder “começar de novo” foi maior, então decidi que prepararia minha vida particular para minha nova rotina em março para, em abril, começar a me dedicar quase integralmente aos estudos. Não podia pedir exoneração por dois motivos: não acreditava que poderia passar e tinha alguns compromissos financeiros. Nesse momento, o apoio de minha família e de minha namorada foram fundamentais.

Optei por utilizar os serviços da LS pelos exemplos de sucesso que tinha próximos de mim e pela pressa em passar. Não sabia por quanto tempo conseguiria me manter motivado para me dedicar de forma tão intensa aos estudos. Precisava de alguém para me dizer o que fazer e como fazer, desta forma, meu trabalho seria apenas fazer.

E assim comecei. Os três primeiros meses foram assustadores, as matérias de Direito eram muito fora da minha realidade, não conseguia ver na prática o conteúdo, lia três páginas e voltava duas, o linguajar era desconhecido, recorria ao Google com frequência e errava muitos exercícios. Tinha acabado de começar a estudar, sabia do nível do concurso e sabia que não seria fácil, por isso minha motivação ainda se manteve em alta.

Nos meses de julho e início de agosto comecei a enxergar uma matéria de Direito “conversando” com as outras. As coisas então começaram a fazer sentido, e meu rendimento disparou.

Estava a todo vapor, mas tive de interromper meus estudos por 22 dias já que, antes de decidir estudar, havia planejado e adquirido passagens para tirar férias no exterior.
Voltei de férias completamente sem ritmo, e setembro foi decepcionante. Comecei a ficar preocupado se meu projeto terminaria ali.

Em outubro saiu o edital do ISS Niterói. Não estava confiante para fazer a prova, mas era a motivação de que precisava para acelerar novamente. Bati todos os meus recordes de estudo em outubro, novembro e início de dezembro, mas ainda fiquei com a confiança abalada. No pós-edital foi meu primeiro contato com Legislação ISS, Direito empresarial e muitos assuntos de Contabilidade.

Em 13 de dezembro de 2015 fiz a prova. No caminho de volta para casa quase decidi abandonar meu projeto. Com pouco menos de oito meses de estudo, parecia que nunca tinha visto a matéria e foi desesperadora a sensação de tempo jogado fora. Meu aproveitamento foi de 55,8% (67 questões).

Levei um mês e meio para superar o trauma e resolvi ler a prova. Percebi que não havia estudado como deveria uma matéria importantíssima, que não estava no edital: como fazer a prova. Nem com sorte teria passado, mas o resultado teria sido muito melhor. Serviu de aprendizado.

De fevereiro a julho de 2016 meu rendimento foi bom, mas nada comparável ao período pós-edital do ISS Niterói. Nesses meses passei a fazer simulados gratuitos disponibilizados na internet e a focar as minhas deficiências. Em vez de fazer uma meta e meia por semana, cumpria uma meta e dedicava o restante da semana aos meus pontos fracos. Foi muito produtivo e os resultados apareceram rapidamente nos simulados.

Nesse período também abriram alguns editais, como Goiânia e Teresina, mas nunca me sentia preparado e confiante. Sempre que começava a ficar confortável, mudava meu estilo de estudo e assim passei por PDF impresso + marca texto, PDF digital + marca texto e resumo à mão. Qual o melhor? Cada um contribuiu de alguma forma: impresso foi mais fácil de manusear e facilitou meu primeiro contato com as matérias de direito além de permitir escrever observações e esquemas muito rápido; digital facilitou a mobilidade, o volume de impressões estava muito grande e já estava adaptado as matérias de direito; o resumo à mão ajudou a fixar minhas maiores dificuldades, ficou bastante enxuto e objetivo, a minha base já havia sido feita nas etapas anteriores, o resumo só aparou arestas.

Quando saiu o edital do Maranhão, mantive a minha postura: ainda não é a hora, vou me preparar melhor. Também tinha outro motivo: iria tirar dez dias de férias para viajar com minha namorada, três semanas e meia antes da prova. Precisava relaxar um pouco, estava há um ano e três meses com uma rotina muito estressante: acordava às 6h e trabalhava de 8h às 16h, isso quando não viajava a trabalho, pois aí a dedicação era integral, e estudava de 18h às 0h. Esse ritual era durante a semana, pois nos sábados, domingos e feriados era de 7h30m às 22h30m. Só saí dessa rotina nas férias de agosto de 2015 e 2016, e após a prova de Niterói.

Mas muitas coisas me conduziram a fazer a prova: meu professor orientador achou que eu tinha chances reais de concorrer, minha família e namorada apoiaram e descobri que tinha parentes em São Luís. Amadureci a ideia e me inscrevi.

O pós-edital foi muito bom, ganhei muita confiança, descobri novos limites de dedicação ao estudo e me preparei bastante para “como fazer a prova”. A única coisa que tirava meu sono era como curtir dez dias de férias três semanas e meia antes da prova. Tentei compensar nos outros vinte dias de férias.

Deu certo. Os gabaritos saíram alguns dias depois, a ansiedade tomou conta e até hoje não consegui voltar a estudar. Três meses e meio depois fui nomeado.

A sensação de êxito, de ter retorno de todo o esforço feito e para mim, particularmente, de começar de novo, é inexplicável!

Não posso deixar de agradecer o apoio da minha família, da minha noiva e do meu professor orientador Fabrício Massena.

QUER UMA CARREIRA PROMISSORA, ESTABILIDADE E OS SALÁRIOS MAIS COBIÇADOS?

Fale
conosco
Contrate agora